Toda reforma começa com uma pergunta simples: quanto isso vai custar? A resposta, porém, raramente é simples. Sem um levantamento técnico, o orçamento vira um palpite — e é justamente aí que nascem as obras paradas, os aditivos inesperados e a sensação de que o dinheiro “sumiu”.
Neste artigo, explicamos como montar um orçamento realista antes de quebrar a primeira parede, quais custos costumam ser esquecidos e como decidir o que entra (ou não) no escopo.
1. Comece pelo diagnóstico, não pelo acabamento
É comum escolher o porcelanato antes de saber se a instalação elétrica suporta o novo ar-condicionado. Inverta a ordem: avalie primeiro a estrutura, as instalações hidráulicas e elétricas e as regras do condomínio. Só depois defina o padrão de acabamento.
“Antes de iniciar qualquer obra, você precisa saber exatamente até onde pode ir.”
2. Os custos que quase todo mundo esquece
- Retirada de entulho e caçambas
- Proteção de áreas comuns e taxas do condomínio
- Projetos complementares (elétrico, hidráulico, ar-condicionado)
- Reserva técnica para imprevistos — recomendamos entre 10% e 15%